segunda-feira, 3 de agosto de 2015

AVISO

 

      Caros leitores,

       Devido a um problema com as fotos das postagens criei um novo blog: "Fono Del Vecchio" de igual conteúdo. Espero que continuem me seguindo aqui também: http://fonodelvecchio.blogspot.com.br/

Agradeço pela compreensão,

        

                                                    Fgª Alessandra  

terça-feira, 14 de abril de 2015

Trabalhando sentimentos





Material necessário: 01 círculo de EVA na cor amarela (tamanho médio); retalhos de EVA nas cores vermelho, azul, cor de pele, preto e rosa; 10 pedaços de velcro (macho e fêmea). tiras de papel canson ou cartolina branca; canetinha preta; cola quente.

Como fazer: Com os retalhos de EVA faça as partes do rosto do boneco: os olhos e as lágrimas em azul, bochechas em rosa, nariz e sobrancelha na cor da pele, boca em vermelho e o cabelo em preto. Se preferir, utilize outras cores. Com a cola quente cole os pedaços de velcro nas partes do rosto citadas. E as outras partes do velcro cole no círculo amarelo (rosto). Feito isso é só brincar com  o rosto e os diferentes sentimentos: triste, alegre, zangado, choroso, etc. Para complementar peça que seu paciente escreva o nome do sentimento nas tiras de papel canson com a canetinha preta e identifique-os no rosto confeccionado em EVA.

Objetivo: O paciente terá que identificar o sentimento a ser trabalhado posicionando a boca, olhos, sobrancelhas, tirar ou colocar as lágrimas, posteriormente correlacionar a escrita com os sentimentos.

Indicação: Pacientes com  autismo ou qualquer outra dificuldade de linguagem pragmática (uso prático da língua). Para ampliar vocabulário e também repertório oral e escrito.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Pareamento de vogais e cores


 

Material necessário: 01 pedaço de papelão ou qualquer outro material resistente no formato retangular; 05 tampinhas plásticas (garrafas de leite); 10 círculos em EVA nas cores amarelo, azul, vermelho, verde e rosa (sendo 2 de cada cor); pincel permanente ou canetinha preta; cola quente.

Como fazer: Recorte os círculos em EVA do tamanho das tampas que for utilizar. Com o pincel permanente ou canetinha preta escreva as vogais com letra de forma. Cole cinco delas, uma de cada cor, no retângulo de papelão com o auxílio da cola quente. Posteriormente, cole os outros cinco círculos nas tampinhas e escreva as vogais em cada uma delas.

Objetivo:
O paciente terá que parear as vogais e também as cores.

Indicação:  Pacientes em fase de alfabetização, com alterações na escrita e/ou trocas de grafemas (letras) ou estimulação da linguagem oral. Além, de alterações na identificação de cores. 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Matéria indicada do mês: Você costuma falar com o seu filho com "voz de bebê"?


A linguagem mais infantilizada, normalmente usada para se comunicar com crianças bem pequenas, pode tornar a fala menos compreensível, aponta estudo

Por Naíma Saleh - atualizada em 19/02/2015 12h10
É quase involuntário alterar a forma de falar na hora de se dirigir a um bebê. As vogais ficam mais alongadas, a entonação melodiosa e os fonemas são pronunciados articuladamente, ao mesmo tempo em que as expressões faciais traduzem o discurso. A sobrancelha se franze com ênfase na hora de dar uma bronca, a voz se torna doce e melosa na hora de fazer um carinho e mais forte a animada ao dar um parabéns. “Quem é o nenéeeem qui comeu tu-diiiii-nhoooo?”
Mãe conversa com bebê (Foto: Thinkstock)
 
No entanto, uma pesquisa realizada pelo IKEN Brain Science Institute (BSI), no Japão, em parceria com o Laboratoire de Sciences Cognitives et Psycholinguistique, de Paris, na França, mostrou que esse tipo de fala nem sempre é o mais claro para o bebê. Especialistas analisaram o discurso de 22 mães japonesas em duas circunstâncias diferentes: quando elas conversavam com outro adulto e quando elas se comunicavam com seus filhos.
A partir das gravações dos discursos dessas mulheres, foi possível comparar o grau de similaridade acústica entre sílabas parecidas como ‘ta’ e ‘da’ ou ‘po’ e ‘bo’. Analisando os 118 contrastes entre as sílabas mais frequentes, os pesquisadores concluíram que a mensagem ficava um pouco menos clara quando era dirigida à criança, ou seja, quando era mais infantilizada, do que no diálogo com um adulto.
Para o fonoaudiólogo Jaime Zorzy, do Conselho Federal de Fonoaudiologia, o resultado da pesquisa não deve deixar os pais preocupados: alterar a fala para se dirigir à criança não prejudica o desenvolvimento dela, desde que sejam observados certos limites. “Só não dá para usar sempre uma voz infantilizada, diminuir o tamanho das palavras ou imitar a fala da criança fazendo disso um padrão de comunicação”, explica.
Para os pesquisadores, a descoberta é importante “porque desafia a visão difundida de que os pais devem superarticular (as palavras)”, explica a cientista francesa Alejandrina Cristia, envolvida no estudo. Uma das hipóteses levantadas pelos especialistas é a de que a maneira como as mães alteram a linguagem ao se dirigir aos bebês tem um objetivo simples: o de tentar transmitir não só a mensagem em si, mas um sentimento junto da fala.
Uma questão de opinião

Pesquisas anteriores já haviam revelado resultados contrários, afirmando que essa fala mais cheia de firulas seria, sim, benéfica ao desenvolvimento dos bebês. Para Zorzy, resultados contraditórios podem refletir culturas distintas que, por sua vez, mudam a maneira como são estabelecidas as interações dos pais com os bebês. “Há uma influência cultural muito grande, inclusive sobre o tipo de relação entre filhos e pais, o que afeta a linguagem”, explica. Independente da cultura, as conclusões paradoxais entre diferentes estudos mostram que essa questão de usar ou não uma maneira modificada de falar com as crianças é divergente até mesmo entre os especialistas. “Acredito que a fala infantilizada não contribua para a evolução da linguagem”, afirma a fonoaudióloga Camila Gomiero, do Colégio Humboldt (SP). Para ela, os pais devem se atentar aos fatores que realmente contribuem para o desenvolvimento da criança e da linguagem oral, como o afeto, o acolhimento, a entonação, o hábito de contar histórias e o contato físico.
Uma voz mais melodiosa desperta na criança muito mais interesse do que uma voz seca e monótona, por exemplo. Nesse sentido, os pais podem, sim, usar de diversos artifícios para conquistar a atenção. Afinal, as expressões faciais e os gestos também fazem parte do processo de comunicação. O principal é que, optando ou não por falar com seu filho de um modo mais maternal, alguns conselhos servem para todos:
- Sempre fale olhando para a criança, de preferência na mesma altura dela, para que ela possa enxergar direito o seu rosto e ter também um modelo visual para a comunicação.
- Não use palavras erradas, como “bololeta” no lugar de “borboleta”, só porque é bonitinho falar errado. Mesmo que seu filho não pronuncie a palavra corretamente, cabe a você dar o exemplo: “Ah, você está falando da borboleta, filho?”
- Não corrija demais. Reforce o modelo correto de forma positiva, sem dizer que o modo como ele falou está errado. Isso pode fazer a criança se sentir desencorajada a falar e prejudicar o desenvolvimento da linguagem.
- Ao fazer uma pergunta, tenha paciência e dê um tempo para a criança se organizar e preparar uma resposta.
- Ajude a criança a verbalizar o que ela quer e incentive o jogo vocálico, em vez de usar apenas a comunicação “olho no olho”.
- Estimule-o sempre a ir cada vez mais longe. Se o seu filho já sabe usar uma palavra, ensine outra. Assim, ele começa a ampliar seu vocabulário.
- Sempre chame as palavras pelo nome específico: em vez de falar "isso é uma fruta", ensine "banana", "maçã", "mamão". Uma pesquisa da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, revelou que, quando os pais ensinam às crianças o nome certo dos objetos elas aprendem a reconhecer melhor as diferenças entre as coisas e desenvolvem uma atividade cerebral mais parecida com a de um adulto. Portanto, quando for ensinar uma nova palavra a seu filho, seja bem específico!




sábado, 21 de fevereiro de 2015

Atividade para trabalhar leitura e escrita: caderneta divertida













Material necessário: 01 caderneta de tamanho pequeno; canetinha hidrocolor azul ou pincel permanente azul ou na cor que desejar; tesoura.

Como fazer: Primeiramente anote as palavras que deseja escrever na caderneta. Sugiro palavras que terminem com as mesmas letras e/ou grafemas. Por exemplo: pão, mão, cão, tão, pia, Bia, Lia, tia, mia, meu, céu, seu, teu, Ana, filha, telha, velha, pilha, bolha, calha, folha, malha, palha, rolha, etc. Posteriormente, divida as folhas em 2 ou 3 partes (dependendo das palavras), recorte e escreva as sílabas.

Objetivo:
O paciente terá que ler as palavras na medida em que vai virando as folhas da caderneta. E deve perceber a diferença entre as mesmas.

Indicação: Crianças ou adultos com dificuldades de leitura e escrita, percepção de detalhes de grafemas como {p} e {b}, {t} e {d}. Pode-se trabalhar a escrita solicitando que o paciente faça cópia das palavras, crie uma frase com a palavra ou até mesmo escreva suas próprias palavras na caderneta.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Meu artigo: A importância da alimentação infantil






        O momento de alimentar seu bebê é tão importante quanto os demais. As mamães, papais, babás e/ou cuidadores podem tornar este momento ainda mais prazeroso para criança.
          Além disso o tipo de alimento, a textura, consistência são aspectos importantes inclusive para o desenvolvimento de fala e linguagem do seu bebê. Mas, vocês devem estar se perguntando no que o alimento interfere nisso? Respondo que mais do que vocês podem imaginar. O bebê apresenta toda musculatura orofacial de lábios, bochechas, língua e etc, ainda em fase de fortalecimento. Dessa maneira, a alimentação da criança é imprescindível nessa etapa do desenvolvimento. Crianças que fazem uso de uma alimentação essencialmente pastosa como: danoninho, bisnaguinhas, pão com leite, papinhas liquidificadas, entre outros, não exercitam a musculatura perioral também responsável pela fala. Tais estruturas também necessitam adquirir tônus e é por meio da mastigação, sucção e de todos os movimentos de face que isso vai acontecer natural e gradualmente.
          A velha frase de nossas avós: “Deixa a criança morder o bifinho” é totalmente correta. A criança realmente precisa morder o bife, comer pão francês, experimentar uma fruta, sugar com o canudo, pois, dessa forma exercitará todos os seus músculos periorais.
          Os alimentos pastosos não precisam ser abolidos da dieta do bebê, porém, devem ser ofertados à criança de maneira moderada e juntamente com os sólidos. Uma boa dica é introduzir aos poucos palitos de cenoura crua, pedaços pequenos de coco seco, maçã. Além de serem alimentos muito nutritivos, também contribuem no exercício muscular orofacial. Também não adianta liquidificar todos os alimentos, assim que o bebê for liberado pelo pediatra para comer grumos, os pais ou quem prepara as  papinhas já o deve fazê-lo. Lembrem-se tudo que é liquificado ou com consistência mole demais leva a hipotonia (fraqueza) muscular da região oral.         Ressalto ainda que há uma idade correta para a introdução dos alimentos e isso deve ser respeitado. Também estamos nos referindo aqui a crianças sem nenhum comprometimento orgânico que a impeça de se alimentar por via oral e com sólidos.
          Ainda bebê a melhor maneira de exercitar a musculatura oral do seu filho é por meio da amamentação, uma forma natural do bebê ganhar tônus (força) muscular. Porém, se não é possível oferecer aleitamento natural pro seu filho, faça uso de mamadeira ortodôntica e não aumente o furo, por mais conturbada que possa ser a sua rotina, o fato de aumentar o bico da mamadeira fará com que a sucção do seu filho seja mais rápida, porém, o esforço muscular será mínimo.
          Como o ato de alimentar-se envolve vários outros aspectos, listamos algumas dicas com relação a postura, manejos, utensílios e linguagem:

·       Quando a criança sustenta a cabeça e o corpo deve ser posicionada de frente para o cuidador, no colo apoiada em uma das pernas do mesmo ou sentada num caldeirão de frente para o mesmo;
·       Usar colher de metal ou osso achatada, não usar colher de plástico, nem colher funda, pontuda ou longa demais;
·       Introduzir a colher na boca da criança pela frente e pelo meio da boca, exercendo pressão para baixo na língua;
·       Colocar pequenas porções na frente da colher e verificar se a criança fecha a boca logo após a retirada da colher iniciando com alimentos mais secos, pois, alimentos líquidos e ralos como sopa de vegetais são mais difíceis no treino com a colher;
·       Para estimular a mastigação oferecer pedaços pequenos de carne bem cozida ou pão com casca, colocando entre os dentes ao lado da boca e ir segurando até a criança começar a mastigar, quando a criança conseguir morder deve-se fechar a boca por meio do controle da mandíbula;
·       O controle da mandíbula é realizado com os dedos polegar, indicador e médio, sendo que o dedo médio deve ficar atrás do queixo com forte pressão;
·       Apresentar o copo pela frente com uma abertura no nariz para que o cuidador possa ver o que está acontecendo na boca da criança, iniciar com líquidos mais espessos como iogurte;
·       Em caso de engasgos mantenha a calma e não bata nas costas da criança, pois, ela pode aspirar o alimento. Se não souber realizar a Manobra de Heimlich, chame o serviço de emergência caso ela demore muito tempo para voltar, o que raramente é necessário;
·       Realizar as refeições num local tranqüilo sem televisão ou ruídos que desviem a atenção da criança;
·       A criança pode e deve fazer as refeições juntamente com a família;
·       Os pais e/ou cuidadores devem aproveitar o momento da refeição para cantar com a criança, fazer com que ela reconheça e se possível nomeie os alimentos, fazer com que ela sinta o aroma da comida, identifique as cores, enfim, crianças devem ser estimuladas, por isso é importante usar todos os estímulos: visuais, auditivos e táteis para melhorar sua comunicação, além do carinho e amor dos pais e/ou cuidadores.

          Torne o momento da alimentação importante não somente para a musculatura orofacial de seu filho, mas, também para o seu desenvolvimento de fala, linguagem e afetivo.
          Qualquer dúvida ou alteração procure o pediatra e solicite uma avaliação fonoaudiológica.

Por Fgª Alessandra Del Vecchio

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Atividade: Jogo de encaixe cores/formas








Material necessário: 01 pedaço de papelão ou qualquer outro material resistente no tamanho de um quadrado médio; 01 imagem com 4 figuras de formas (triângulo, círculo, retângulo e quadrado) vazadas e com cores diferentes; 04 pedaços de EVA nas cores básicas (amarelo, verde, azul e vermelho), cola branca.

Como fazer: Cole a imagem das figuras no papelão tomando o cuidado para não enrugar. Desenhe as formas geométricas na mesma cor e tamanho das imagens que foram coladas no papelão no EVA e recorte-as.

Objetivo:
O paciente terá que encaixar as formas na figura realizando a correspondência correta entre cores e formas.

Indicação: Crianças ou adultos com dificuldades em noções de cores e formas, também podemos trabalhar a atenção, coordenação motora fina ou até a escrita, pedindo para o paciente escrever o nome das cores e formas que encaixou. E podemos trabalhar com outras formas e cores.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Atividade para trabalhar noção corporal

   
Material necessário: 01 pedaço de papelão ou qualquer outro material resistente no tamanho A4 (sulfite); 01 figura de silhueta do corpo humano (facilmente encontrado na internet); massinha de modelar; papel contak para encapar.

Como fazer: Cole a figura da silhueta no papelão. Posteriormente encape com o papel contak.

Objetivo:
O paciente terá que modelar as partes do corpo com a massinha e fixar no boneco.

Indicação: Crianças ou adultos com dificuldades em noções corporais, também podemos trabalhar a atenção, coordenação motora fina ou até a escrita, pedindo para o paciente escrever o nome das partes que fixou na figura.
    


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

ATIVIDADE DE PAREAMENTO DE CORES



Material necessário: 02 tiras de papelão; círculos coloridos de papel dobradura correspondente as cores das tampinhas; tampinhas de garrafa pet ou de suco de caixinha nas cores amarelo, azul, vermelho, branco, verde e laranja.

Como fazer: Recorte 2 tiras de papelão ou papel canson. Nelas cole círculos confeccionados com papel colorido nas cores primárias. Separe o mesmo número de tampinhas.

Objetivo:
A criança terá que fazer a correspondência entre as cores, colocando as tampinhas em cima dos círculos.

Indicação: Crianças ou adultos com dificuldades em noções de cores, também podemos trabalhar a atenção, percepção de cores e formas.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Atividade de pareamento - parte 1

Olá leitores,

Dando continuidade a serie de atividades confeccionadas com material reciclado a dica de hoje é um jogo que envolve pareamento de cores e números. Pode ser usado na terapia com pacientes portadores de necessidades especiais: autismo, paralisia cerebral, síndrome de down e outras, desde que possuam habilidades motoras para executar as tarefas ou com pacientes que apresentam dificuldades de aprendizagem. Essa atividade também contribue na coordenação motora fina de seus pacientes, pode e deve ser confeccionada juntamente com os pacientes!


PAREAMENTO DE CORES E NÚMEROS


Materiais necessários:

  • 05 rolos de papel higiênico;
  • Tinta para papel nas cores: rosa, vermelho, verde, azul e amarelo;
  • 15 palitos de sorvete;
  • 05 etiquetas grandes cortadas em círculos;
  • Uma base de papelão resistente;
  • Pincel permanente ou canetinha hidrocolor na cor de sua preferência;
  • Cola quente;
Modo de montar:

      Primeiramente pinte os rolinhos de papel e depois os palitos de sorvete nas cores correspondentes aos números e deixe secar de um dia pro outro. Recorte as etiquetas em forma de círculos e escreva os números em cada uma delas com o pincel permanente ou canetinha, depois cole nos rolinhos.
       Na base de papelão fixe os rolinhos de papel com cola quente (pode ser 05 ou mais). Com os palitos de sorvete devidamente secos e só iniciar a brincadeira. O paciente deverá colocar os palitos no rolinho corresponde as cores e aos números.

Boa terapia!


Fonte: |Arte & Terapia Silvia Helena
            https://www.facebook.com/groups/1599150156979887/




segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Ecolalia: como lidar?

Ecolalia é a repetição imediata ou tardia da fala do outro. Comumente ocorre nos casos de autismo e outros distúrbios da comunicação. Abaixo segue algumas dicas de como lidar com esse aspecto da linguagem.




Fonte: Fanpage Síndrome de AspergerAutismo

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

10 conselhos para estimular crianças com autismo





Como os pais podem estimular as crianças autistas?

Como bem sabemos cada ser humano é único. Por isso desde o nascimento, por mais que pareçamos com nossos pais, temos nosso próprio selo de identidade na hora de fazer as coisas, de nos comunicarmos, de nos divertirmos ou de nos relacionarmos.
Devemos pensar que, não há choros iguais de bebês iguais, tão pouco o desenvolvimento é mesmo para todas as crianças. Por isso, a estimulação na infância deve ser personalizada para crianças com transtornos como o autismo, asperger, etc.

Como estimular uma criança autista?

Quem, em algum momento da vida, preferiu brincar sozinho ao invés de compartilhar sua boneca ou seu carrinho? Isso é uma ação de introversão que quando se generaliza, afeta as relações sociais e de comunicação. Pode ser um grande passo para um espectro autista.
A pergunta é? Como a gente pode reagir diante dessa interiorização e fechamento em si mesmos? Ou como posso me aproximar para brincar com meu filho?
Diante dessas perguntas aparece a palavra empatia: colocar-se no lugar do outro e personalizar a interação com a criança. Por que temos que nos comunicar com a criança somente de forma oral? Aí entra a estimulação multissensorial, utilizando todos os canais sensoriais para chegar nela.
Como colocar isso em prática diante de uma criança com espectro autista:

1. Você gosta de desenhar? Comunique-se com a criança desenhando e quando conseguir sua atenção verbalize o que está desenhando.
2. Você gosta de fazer construções de peças? Faça-as junto à criança, mas sem invadir o seu espaço. Dessa maneira você estará chamando sua atenção, estimulando-a.
3. Potencie a interação naquilo que a criança gosta de fazer, realizando com ele ou com ela.
4. Se a criança apresenta hipersensibilidade acústica, evite lugares com multidões.
5. Para realizar uma tarefa, dê ordens breves, claras e simples.
6. Não faça as coisas no lugar da criança, dê tempo para ela.
7. Respeite seu ritmo e seu ritual, ou seja, se a criança prefere guardar os brinquedos de uma determinada maneira, faça da mesma forma. Assim conseguirá empatia e fazer coisas juntos.
8. Incentive a imitação para chegar à comunicação. Através da brincadeira, chegaremos melhor à criança.
9. Reforce o que elas fazem bem. Essa forma de estimulação trata-se de qualquer coisa que a criança goste, e pode ser algumas dessas coisas:
- Comestíveis. Qualquer tipo de alimento ou bebida.
- Tangíveis. Brinquedos ou objetos que pela sua textura chamem a atenção da criança.
- Atividade. Atividades de lazer ou passatempos. Podem ser jogos ou brinquedos.
- Sociais. Elogios e adulações acompanhados de carícias.
10. Faça cartazes com desenhos de elementos básicos como comer (especificando os alimentos), tomar banho, vestir-se. Coloque esses cartazes num lugar que a criança possa ver, para que mostre para ela o que você deseja. Pode ainda perguntar a ela: o que é isso? E fale você mesmo sobre o objeto desenhado.


Fonte: Vanessa Fuentes
Psicóloga clínica e social
http://psicovan.hostinazo.com/



Fgª Alessandra Cajueiro