terça-feira, 23 de setembro de 2014




Fonoaudiologia

Fgª Alessandra Del Vecchio
 CRFa 12227


Fonoaudióloga clínica especialista em linguagem pelo CFFa


Alterações na Fala

Alterações na leitura e escrita

Dificuldades de aprendizagem

Assessoria e consultoria escolar

Reorganização neurológica

Reabilitação da fala do deficiente auditivo
Problemas de dicção: trabalho com profissionais que usam a voz

Tratamento miofuncional (acompanhamento em casos ortodônticos, apnéia, ronco e outros)

Assessoria e consultoria escolar



Tel: (11) 2204-0026 ou (11) 9.9759-7230

Atendimento c/ hora marcada

COMUNIQUE-SE BEM!
                              

Sugestão de atividade: Caixa Sensorial



A dica de hoje é uma Caixa Sensorial. Muito útil na terapia com pacientes com necessidades especiais: autistas, paralisia cerebral, síndrome de down, entre outros.. Trata-se de um material simples e de baixo custo que pode ser indicado até mesmo para os pais confeccionarem e usarem com seus filhos em casa. Podemos trabalhar aspectos sensoriais, pois, são várias as texturas que podemos incluir nesta caixa.

Você vai precisar de:

- Placas de papelão;
- Plástico bolha no tamanho e formato das placas de papelão;
- EVA com as cores primárias: azul, amarelo, vermelho, verde.
- Palitos de sorvete;
- Um pedaço de lixa para parede:
- Barbante;
- Durex colorido (vermelho, azul e verde)
- Algodão;
- Grãos de lentilha;
- Lã colorida;
- Cola branca.
- Uma caixa de papelão pequena encapada.

Como fazer:

Em cada placa de papelão, cole os materiais com cola branca. Ao usar grãos, passe uma camada de cola branca por cima para que não se soltem.
Deixe secar e guarde na caixa de papelão encapada de acordo com a sua criatividade ou com figuras de preferência da criança.
Use a  sua criatividade e acrescente outras texturas.






segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Trocas de fonemas





  Se o seu filho fala ‘catorro’ ao invés de cachorro ou ‘plato’ para prato, saiba que essa fala não deve ser incentivada pelo adulto.

   Falar errado na infância não é ‘bonitinho’. Aos cinco anos de idade a criança já está apta para pronunciar todos os sons (fonemas) da fala corretamente. Abaixo segue uma tabela com a idade e os fonemas que a criança já é capaz de produzir:

Até 3 anos: /p/, /b/, /t/, /d/, /k/ como de 'quero', /g/, /m/, /n/, /nh/ /f/, /v/.
Até os 4 anos: /s/, /z/, /ch/, /j/, /tch/ como de 'tia', /dj/ como em 'dia', /r/ como em 'areia', /R/ de 'carro' e {R} como em porta.
Até os 4 anos e 6 meses: Todos os encontros consonantais cc(r)v e cc(l)v como em 'prato' e 'planta'.
 

  Portanto, fiquem atentos quanto a quantidade de vezes que esses erros estão ocorrendo e também a frequência. Se a criança está trocando um som por outro, por exemplo, casa/capa  ou se está omitindo algum som, como prato/pato.

  A fala do adulto é o modelo da criança que está adquirindo linguagem. Portanto, é importante falar corretamente com a criança e não enfatizar o erro, repetindo-o. Quando a criança falar 'errado' , apenas repita imediatamente o modelo correto.
  Essas alterações de fala são denominadas dislalias e o fonoaudiólogo é o profissional indicado para tratar a fala da criança. Tais trocas, quando não tratadas precocemente podem vir a influenciar também na escrita da criança.
   Portanto, fique atento e procure o profissional habilitado!