sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS!!!

Desejo um Natal repleto de felicidades, amor e Paz
Que todos nós tenhamos a consciência que o rancor,
O ódio, e outros sentimentos mesquinhos a nada levam,
Apenas corrompem nossa alma

Que tenhamos a Paz de Espírito para o discernimento correto
De que estamos fazendo aquilo que é justo e correto para nós
E nossos semelhantes

Que tenhamos o prazer de ser útil a alguém
E que o novo ano 2012, seja um ano de muitas transformações
E realizações para todos, não só no campo material,
Mas principalmente na alma, em nosso "eu" interior

Desejo que todos tenham o que for justo, belo,
Sereno e louvável aos olhos do criador

Que você transmita a paz e o amor a todos aqueles
Que se aproximarem de você.
 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

domingo, 11 de dezembro de 2011

Distúrbio de voz relacionado ao trabalho (DVRT)

Nós, fonoaudiólogos, estamos lutando para que o profissional que utiliza a voz como meio de trabalho e adquira um Distúrbio de voz relacionado ao trabalho (DVRT) tenha seus direitos devidamente preservados.
Profissionais (entre eles: professores, teleoperadores, vendedores, ministrantes, recepcionistas, etc.) devem notificar ao Ministério da Saúde quando houver algum problema vocal que prejudique seu desempenho no trabalho, enquanto essas ações não são efetivadas!!!
Fonoaudiólogos, participem deste evento, pois é de suma importância para que possamos mostrar a importãncia do nosso trabalho também nesses casos e termos acesso aos programas do SUS!!!

O difícil diagnóstico do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

 

A CBN apresenta nesta semana uma série de reportagens de Luciana Marinho sobre Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Atuação fonoaudiológica nos casos de maloclusão

Conteúdo da palestra sobre Fonoaudiologia e Ortodontia - interessados entrar em contato pelo e-mail: alessandracajueiro@gmail.com!!!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Fone de ouvido deve ser usado com volume, no máximo, pela metade



Limite seguro de som contínuo para o ouvido é de 80 decibéis.
Poluição sonora também é um dos fatores que podem causar zumbido.

Do G1, em São Paulo

O ouvido é composto por várias partes muito frágeis, que estão sujeitas a alterações por uma série de fatores. Um dos problemas mais frequentes desse órgão é o surgimento de zumbidos – sons internos que não estão relacionados ao ambiente em que estamos.
Estudos internacionais indicam que o problema tem se tornado mais recorrente em crianças e idosos. Entre as crianças de 5 a 12 anos, sugere-se que 31% tenham zumbido. No grupo dos indivíduos acima de 65 anos, esse percentual salta para 33%.
Arte zumbido (Foto: Arte)
O limite seguro de som contínuo para o ouvido é de 80 decibéis. Segundo a especialista em saúde do ouvido, Tanit Sanchez, os fones e outros aparelhos sonoros devem ser usados com o volume até a metade para evitar prejuízos à audição.
É importante também nunca ouvir o som tão alto a ponto de não ouvir o que está a sua volta e não dormir com o fone no ouvido.
Uma boa alimentação também é importante: devem-se evitar frituras, doces e gorduras em excesso. Veja abaixo sete fatores que podem causar o zumbido e sete dicas para evitar o problema:
Zumbido Bem Estar (Foto: Arte)

A poluição sonora é a principal causa de zumbido atualmente. Os médicos começam a apontar que, cada vez mais, cresce a incidência de zumbido em jovens por conta dos aparelhos sonoros.
Também sofrem desse problema ambientes profissionais que expõem as pessoas a zumbidos constantes. É o caso de músicos, DJs, barmen, metalúrgicos, motoristas de ônibus e quem trabalha em gráficas. Quem frequenta baladas também pode estar sujeito a problemas nos ouvidos, se aparecer um zumbido depois da balada, já é um sinal de alerta e sensibilidade. Estresse, envelhecimento e cigarro também podem provocar o distúrbio.
Os tipos mais comuns de zumbido, que estão no ranking das maiores reclamações dos pacientes, são:
- Apito
- Canto da cigarra
- Chiado de água (chuveiro, chuva, cachoeira)
- Barulho de grilo
- Panela de pressão
- Caixa de som (vibração da caixa em volume alto, com som grave)
- Som de abelha
Para calcular o limite de som permitido, é simples: considera-se um volume de 85 decibéis suportável por até oito horas consecutivas. Para cada cinco decibéis além disso, o limite cai pela metade.
Ou seja, para um barulho de 90 decibéis, o limite seguro é de 4 horas de exposição contínua. Um barulho de 95 decibéis só pode ser ouvido por duas horas, 100 decibéis por uma hora, e assim por diante.
Veja  abaixo por até quanto tempo você pode ficar exposto a cada intensidade sonora:

- Até 80 dB – não há riscos
- 85 dB – até 8h de exposição
- 90 dB – até 4h de exposição (motor de ônibus, feira livre)
- 95 dB – até 2h de exposição (latido de cachorro, secador de cabelo)
- 100 dB – até 1h de exposição (liquidificador, choro de bebê, batedeira, aspirador de pó)
- 105 dB – até 30 min. de exposição (obra dentro de casa)
- 110 dB – até 15 min. de exposição
- 115 dB – até 7 min. de exposição (congestionamento intenso, rojão, ficar na balada perto da caixa de som)
Outra dica importante é na hora de limpar o ouvido: trocar as hastes flexíveis, que podem empurrar mais a cera para dentro do ouvido, pela toalha. A pediatra Ana Escobar sugere limpar o ouvido com a pontinha da tolha.
Veja abaixo o resultado da nossa enquete.
Enquete zumbido (Foto: Arte)










domingo, 13 de novembro de 2011

Dificuldade de engolir pode ser indício de doença grave


Agência HC de Notícias

Dificuldade de engolir pode ser indício de doença grave
A disfagia - dificuldade de engolir - é um sintoma comum em doenças graves como o megaesôfago e o câncer de esôfago.
Sinal de alerta A dificuldade moderada, ou até mesmo leve, de engolir substâncias líquidas ou sólidas não deve ser negligenciada.
"Assim que é diagnosticado o problema, é fundamental investigar a sua causa, pois em alguns casos pode ser o alerta de algo mais sério", aponta Rubens Sallum, gastroenterologista e diretor do Serviço de Cirurgia do Esôfago do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP).

Disfagia
A disfagia - dificuldade de engolir - é um sintoma comum em doenças graves como o megaesôfago e o câncer de esôfago.
Segundo o médico, muitas vezes os pacientes acabam procurando tratamento tardio a esses males. "Em ambas as doenças, dois ou três meses subestimando o sintoma podem ser cruciais. Quando o médico é procurado, a situação já se agravou", alerta, ressaltando que assim que o sintoma é reconhecido é recomendável rapidamente procurar um médico e, quando necessário, fazer uma endoscopia.
Os tumores epidermoide (próprio do revestimento do esôfago) e adenocarcinoma (que atinge a junção do esôfago com o estômago), quando diagnosticados no início, têm alto percentual de cura. Segundo o médico, a cura nos estágios iniciais chega a 90%.
Quando a doença é tratada em estágios mais avançados, os índices de cura podem chegar em 60%, mas dependem de modernas técnicas de tratamento. "Em alguns casos, é necessário fazer uma cirurgia radical de retirada do esôfago (esofagectomia), mas para oferecermos essa operação é fundamental diagnosticarmos a doença em estágio menos avançado", informa Rubens.

Alteração do estado nutricional
No megaesôfago, a musculatura no final do esôfago - que funciona como um esfíncter que abre e fecha - para de abrir normalmente impedindo a passagem de alimentos, o que leva a uma dilatação do esôfago. Uma das consequências é a dificuldade de engolir alimentos, podendo gerar alteração do estado nutricional do paciente.
O especialista alerta que, além da atenção que a população em geral deve ter em relação à disfagia, é fundamental que fumantes, alcoólatras e aqueles que já sofreram alguma agressão no esôfago (como, por exemplo, quem ingeriu soda cáustica no passado) façam regularmente o exame de endoscopia.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

10 perguntas e respostas sobre dislexia


Para ajudar a entender melhor a dislexia, conversamos com a Ana Luiza Navas, presidente do Instituto ABCD, e com o neurologista Rubens Wajnsztejn, do Núcleo de Estudos em Aprendizagem da Faculdade de Medicina do ABC.


1. A dislexia é uma doença?
Tecnicamente, sim. Ela se encontra na Classificação Internacional de Doenças e é hereditária. “Mas os especialistas preferem se referir a ela como um transtorno de aprendizagem e não como uma doença, para que o público não a associe com algo que possa ser curado com remédios”, explica a fonoaudióloga Ana Luiza.
2. O que provoca a dislexia?
Todos nós temos uma série de circuitos responsáveis pelas conexões entre as células do sistema nervoso. Nos disléxicos, ocorre uma falha, ainda durante a gravidez, na migração das células que irão formar esses circuitos. Isso vai provocar dificuldade em fazer as informações transitarem de maneira adequada na área cerebral responsável pela leitura e escrita. Por causa disso, a pessoa tem dificuldades em decodificar símbolos.
3. Existe tratamento?
Não há cura e nem remédio. No entanto, ela pode ser tratada com um acompanhamento pedagógico, em que a pessoa é ajudada a desenvolver suas próprias estratégias para lidar com as dificuldades na leitura e escrita.
Alguns exercícios ajudam a promover a automatização do sistema de leitura. As pessoas sem dislexia leem em blocos: batem o olho em uma frase e conseguem lê-la. O disléxico precisa desenvolver essa habilidade, porque seu distúrbio faz com que ele precise ler letra a letra. Uma técnica usada para isso é escrever e ler palavras em cartões. Para quem estuda, é aconselhado gravar as explicações do professor durante a aula, já que é muito difícil para um disléxico fazer anotações ou ler os livros.
A tecnologia também ajuda bastante. Disléxicos cometem muitos erros na escrita, e corretores ortográficos são importantes. Softwares de leitura para deficientes visuais também são úteis para economizar o tempo que eles perderiam tentando ler por si mesmos.
4- Quando a dislexia começa a se manifestar?
Geralmente quando a criança entra na escola e começa a ser alfabetizada, mas pode ser antes. Demorar demais para aprender os nomes das letras ou as confundir muito, por exemplo, pode ser sinal de que há algum problema. Mas é preciso cuidado para não confundir isso com as dificuldades normais que existem no processo de alfabetização. Assim, é aconselhado esperar cerca de dois anos após o início dessa fase.
5- Pessoas com dislexia têm dificuldades para aprender?
Apesar de ser chamada de transtorno de aprendizagem, a dislexia diz respeito à questão da linguagem escrita. O disléxico não apresenta dificuldades na linguagem oral e compreende bem o que escuta.  Mas a dislexia pode comprometer outras coisas, como a orientação espacial ou a decodificação de informações gráficas variadas. Eles geralmente não têm dificuldades em entender ou fazer desenhos, porque isso depende de um circuito cerebral diferente. Já o problema em entender símbolos matemáticos têm um nome específico, que é chamado de discalculia. A pessoa pode ter um problema ou outro – ou os dois juntos.
6- Disléxicos têm habilidades especiais nas artes?
Nem sempre. O que acontece é que, quando a dislexia é identificada logo cedo, a pessoa acaba escolhendo áreas de interesse que não envolvem leitura, como as artes ou os cálculos. Não é que tenham um dom para essas coisas: elas acabam desenvolvendo essas habilidades. Mas é importante notar que há escritores disléxicos também. Alguns deles contratam outras pessoas para escreverem o que eles falam e transformar em livros.
7- A dislexia pode piorar com o tempo?
A dislexia não piora, mas pode dar a impressão de que está mais grave quando a pessoa está sob pressão ou quando aumenta a demanda pelas habilidades que a dislexia compromete (se o disléxico é pressionado para ler cada vez mais rápido na escola, por exemplo). Por outro lado, ela pode ser abrandada com o desenvolvimento de estratégias – e quanto mais cedo for identificada, maiores as chances de sucesso. Orlando Bloom, por exemplo, hoje lida bem com a sua dificuldade. Ele declarou à agência de notícia Wenn: “Por causa da dislexia, eu sempre pensei que tinha que trabalhar dobrado para chegar ao mesmo lugar que outra pessoa. E agora, sempre que vou a um encontro de negócios, estou sempre superpreparado. De alguma maneira, acho que sou à grato à dislexia, porque ela me deu direção”.
8- Como deve ser feito o diagnóstico da dislexia?
O diagnóstico é feito a partir de uma avaliação multidisciplinar e o ideal é que ela contenha um neurologista, um fonoaudiólogo, um psicopedagogo e um psicólogo. São feitos testes de leituras e escrita, mas o aspecto emocional e neurológico também é avaliado.
9- Por que algumas pessoas confundem dislexia com déficit de atenção? Pessoas com dislexia têm dificuldade de concentração?
É comum ter as duas coisas ao mesmo tempo. Mas 60% tem só dislexia ou só déficit de atenção.
10- Quantas pessoas tem dislexia atualmente?
Aproximadamente 4% da população mundial tem dislexia. Mas a quantidade e a gravidade dos disléxicos em cada país varia dependendo do idioma e do sistema de escrita usado, que pode facilitar ou a dificultar o entendimento. Segundo Ana Luiza, o português é dos mais fáceis, enquanto o inglês já é mais complicado. O japonês é melhor para o disléxico, porque o idioma associa palavras a símbolos, então não é preciso decodificar várias letras. Isso se reflete no número de disléxicos no país: cerca de 1%, apenas.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Semana de divulgação sobre a dislexia

“Dislexia é uma dificuldade de aprendizagem de origem neurológica. É caracterizada pela dificuldade com a fluência correta na leitura e por dificuldade na habilidade de decodificação e soletração. Essas dificuldades resultam tipicamente do déficit no componente fonológico da linguagem que é inesperado em relação a outras habilidades cognitivas consideradas na faixa etária .“ - Atual definição de 2003 (Susan Brady, Hugh Catts, Emerson Dickman, Guinevere Eden, Jack Fletcher, Jeffrey Gilger, Robin Moris, Harley Tomey and Thomas Viall) 

domingo, 30 de outubro de 2011

Sua voz rouca não é charme!!!

Já que o assunto VOZ será muito divulgado pela imprensa, infelizmente, apenas quando alguém famoso necessita de cuidados, achei interessante resgatar esse panfleto elaborado, ainda na minha graduação, pelas colegas de classe. Fiquem atentos!!!
 
 

domingo, 23 de outubro de 2011

Fono é...

Fono não fala: Comunica-se;
Fono não engole sapo: Degluti o bolo alimentar;
Fono não dá um jeitinho: Faz manobra de facilitação;
Fono não faz cara feia: Muda a expressão facial;
Fono não chora: Aumenta a secreção;
Fono não dá ataque: Tem distúrbio de conduta;
Fono não tem idéia: Tem plano terapêutico;
Fono não conclui: Faz relatório de avaliação;
Fono não se engana: Tem ato falho;
Fono não muda de interesse: Muda de estratégia;
Fono não ri: Faz mioterapia;
Fono não abraça: Faz estimulação corporal;
Fono não ouve: Produz ondas eletrofisiológicas;
Fono não solta a voz: Faz vibração de Pregas Vocais;
Fono não perde ar: Entra no ar de reserva;
Fono não escreve: Faz transcrição fonética;
Fono não lê: Tem consciência fonológica;
Fono não brinca: isso é terapia;
Fono não se despede: Dá alta parcial;
Fono não é fonoaudiólogo: é fono..
 

Gagueira


22 de Outubro: Dia internacional da Gagueira

Gagueira não tem graça, tem tratamento.
Procure um Fonoaudiólogo!

Créditos: Masterfono Fonoaudiologia e Fga. Suzana Emanuelle